PROFESSORAS/ES AFROCENTRISTAS NA EDUCAÇÃO MARANHENSE (PAEMa): Saberes e (Re)existências Ladino-Amefricanas

É um projeto associado ao Plano Maranhão 2050 que visa reconhecer, valorizar e fortalecer práticas pedagógicas afrocentradas desenvolvidas por educadoras e educadores no contexto maranhense. A iniciativa destaca os saberes e as (re)existências forjadas nas encruzilhadas da ancestralidade, da territorialidade e da luta antirracista em sala de aula, especialmente aquelas referenciadas nas matrizes ladino-amefricanas. Possui articulações interinstitucionais com o apoio fundamental da FAPEMA, CNPq e Universidade de Brasília (UnB). Este último, viabilizado por meio do Termo de Execução Descentralizada nº 26/2023, celebrado com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), por intermédio da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Senapir). Essa parceria foi formalizada, no âmbito do Edital nº 003/2024, por meio da seleção pública de projetos de pesquisa desenvolvidos por Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros (NEABs), Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABIs) e grupos correlatos, com vistas à integração ao Projeto Redes Antirracistas.

Projeto

Nossa Equipe


Raimunda Nonata da Silva Machado

Coordenadora

Fernanda Lopes Rodrigues

Coordenadora

Walquíria Costa Pereira

Pesquisadora

Soraia Lima Ribeiro de Sousa

Pesquisadora

Carlos Benedito Rodrigues da Silva

Pesquisador

Maria do Carmo Alves da Cruz

Pesquisadora

Guaciara de Sá Medeiros

Mestranda

Kamyla Maria dos Santos Cardoso

Graduanda

Alyne da Silva e Silva

Mestranda

Gabriele Viana Sousa

Licenciada em Pedagogia

Ana Maria dos Passos Rodrigues

Graduanda

Anna Carolina Sousa Ferreira

Graduanda

Evanleide de Fátima Almeida Gusmão

Mestranda

Karolyne de Souza Fonseca

Graduanda

Maria Clara Martins Verde

Graduanda

Mariléa Ferreira Domingues

Mestranda

Tharsila de Jesus Santos Saraiva

Mestranda

Vitória Regina Tinoco Silva

Graduanda

Clenia de Jesus Pereira dos Santos

Técnica Supmode/Seduc

Jocenilson Mendes Costa

Supervior Supmode/Seduc

Oralimagens na Educação Interemancipatória e Afrocentrada

Resumo: O conceito de Oralimagens (Silva, 2021)1 é central do Projeto de Pesquisa “Professoras/es Afrocentristas na Educação Maranhense: Saberes e (Re)existências Ladino-Amefricanas”. Como metodologia e estética epistemológica não é apenas racional, abstrata ou técnica, diz respeito à sensibilidade, aos sentidos, à forma de sentir, perceber e expressar o conhecimento, envolvendo o corpo, os afetos, a oralidade, os símbolos, as imagens, os gestos e as memórias. O que nomeamos de estética epistemológica? Um modo como construímos e expressamos saberes que não cabem só na escrita. É quando o saber atravessa a pele, os sentidos, os objetos, os gestos, os tambores, os desenhos, as lembranças, os enredos da nossa vida. É aí que entra a nossa principal aliada metodológica: as Oralimagens como registros que misturam oralidade, visualidade e vivência. 

Por Raimunda Machado

1 SILVA, Francilene Brito. Oralimagens como práticas educativas em artes. In: FERNANDES, Renata Sieiro; GOUVEIA NETO, João Costa; POSCA, Luís Müller (Orgs.). Arte e educação: encontros investigativos na contemporaneidade. Parnaíba, PI: Acadêmica Editorial, 2021.
Fonte da Imagem: gerada por IA. Plataforma OPENAI/ChatGPT com base em descrição textual fornecida pela autora, 2025.

SAIBA MAIS!!!

Caracterização do estado do Maranhão.

Resumo: O Maranhão é território negro e quilombola! Uma ancestralidade negra e de resistência histórica, com forte presença de comunidades quilombolas, indígenas e ribeirinhas. É o estado com o maior número de localidades quilombolas no Brasil (2.025, ou 23,99% do total nacional), seguido pela Bahia (1.814; 21,49%) e Minas Gerais (979; 11,60%)1. Concentra expressiva diversidade étnico-racial e sociocultural, marcada por práticas ancestrais de (re)existência e educação comunitária. Essa densidade simbólica, cultural e política tem implicações diretas sobre as maneiras de fazer educação e sobre os desafios estruturais enfrentados pela população negra e quilombola. 
Acompanhe no mapa a caracterização do Estado!

Por: Soraia Sousa; Gabrielle Viana e Raimunda Machado

1 Fonte: Censo 2022: Brasil possui 8.441 localidades quilombolas, 24% delas no Maranhão.
Fonte da Imagem: gerada por IA. Plataforma OPENAI/ChatGPT com base em descrição textual fornecida pelas autoras, 2025

Caracterização SEDUC/SUPMODE

Resumo: A oferta de educação pública no Maranhão é realizada por meio de uma articulação entre as esferas estadual e municipal. A Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) é responsável por planejar, coordenar e executar as políticas educacionais no âmbito estadual, com foco principal no ensino fundamental (anos finais), ensino médio e modalidades específicas. Já as Secretarias Municipais de Educação (SEMED) assumem, prioritariamente, a oferta da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, conforme estabelece a legislação brasileira.

Por: Soraia Sousa

Maranhão, Território de Saberes e (Re)existências!

Resumo: O Maranhão é terra de ancestralidade e resistência! Com mais de duas mil comunidades quilombolas , quase um quarto de todas do Brasil, o estado abriga a segunda maior população quilombola do país, somando mais de 269 mil pessoas. Proporcionalmente, é o estado com o maior índice de população quilombola em relação ao número total de habitantes, chegando a cerca de 4%. Neste observatório, mergulhamos nas raízes profundas dessas comunidades no território maranhense. Assista ao vídeo e conheça os saberes, as lutas e a força do povo quilombola do Maranhão!

Por: Alyne da Silva e Silva

Realização e Apoio


Ministério da Igualdade Racial
UnB
SEDUC M
NEPERGE
PPGE
CCSO
NEAB
CONNEABS
ABPN
NEAFRICA
Rede Antirracista
CNPq
FAPEMA
GEPEMFERER
DIDAAF